Reanimação neonatal ≥34 semanas: Diretrizes SBP 2026 na prática

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Reanimação neonatal ≥34 semanas: guia prático das Diretrizes 2026 da SBP para a sala de parto

A reanimação neonatal entrou em um novo ciclo no Brasil. Em 12 de junho de 2026, a Sociedade Brasileira de Pediatria, por meio do Programa Brasileiro de Reanimação Neonatal (PRN-SBP), publicou as diretrizes de reanimação do recém-nascido com 34 semanas ou mais em sala de parto. O documento se baseia nos consensos do ILCOR publicados entre 2021 e 2025 e em reunião de consenso com os 54 coordenadores do PRN-SBP das 27 unidades federativas, e passa a orientar ensino e assistência no ciclo 2026 a 2030.

Para pediatras, neonatologistas, obstetras, anestesiologistas e todos os médicos que atuam em maternidades, a atualização mexe em condutas do dia a dia: manejo do cordão, uso do oxigênio, escolha do equipamento de ventilação, interfaces, CPAP, massagem cardíaca e medicações. Neste guia, o FGMED organiza os pontos práticos das Diretrizes SBP 2026 de reanimação neonatal na sequência em que acontecem na sala de parto.

Por que a reanimação do recém-nascido segue prioridade no Brasil

Em 2023, nasceram mais de 2,5 milhões de crianças no país e, entre os 15.933 óbitos neonatais precoces, 20% estiveram associados à asfixia perinatal, hipóxia ao nascer ou síndrome de aspiração meconial. Considerando apenas bebês com peso a partir de 2500 g, essas causas representam a morte de três recém-nascidos por dia.

A necessidade de ajuda ao nascer é frequente:

  • 2 em cada 10 recém-nascidos precisam de ajuda para iniciar a respiração;
  • 1 em cada 10 precisa de ventilação com pressão positiva;
  • 1 em cada 100 requer intubação;
  • 1 a 3 em cada 1.000 precisam de reanimação avançada, com massagem e/ou medicações.

 

Estima-se que, no Brasil, cerca de 480 mil bebês por ano precisem de ajuda para respirar ao nascer. A boa notícia é que treinamento funciona: em estudo no estado de São Paulo, municípios com pelo menos sete profissionais treinados em reanimação por mil nascidos vivos tiveram 12% menos chance de óbito neonatal por asfixia.

Preparo antes do parto: equipe, material e briefing

A reanimação do recém-nascido em sala de parto começa antes do nascimento. A anamnese materna identifica fatores antenatais e do parto associados à necessidade de reanimação, como diabetes, síndromes hipertensivas, gestação múltipla, cesárea, apresentação não cefálica, corioamnionite, líquido meconial e padrão anormal de frequência cardíaca fetal.

Sobre a equipe, a diretriz orienta:

  • Pelo menos um profissional capaz de realizar os passos iniciais e VPP com máscara em todo parto, dedicado exclusivamente ao bebê.
  • Com fatores de risco, 2 a 3 profissionais treinados, sendo ao menos um médico apto a intubar e indicar massagem e medicações, de preferência pediatra.
  • Em gemelares, equipe própria para cada criança.
  • A SBP recomenda a presença do pediatra em todo nascimento.

 

O ambiente deve estar entre 23 e 25 °C, com o material testado por lista de verificação padronizada antes de cada nascimento. O briefing reúne obstetrícia, anestesia, pediatria, enfermagem e fisioterapia para revisar a história materna, preparar o material e definir funções e liderança antes do parto, o que se associa a melhores desfechos neonatais de curto prazo e menos falhas de comunicação.

Recém-nascido ≥34 semanas com boa vitalidade

Se o bebê respira ou chora e tem tônus em flexão, independentemente do aspecto do líquido amniótico, há boa vitalidade. Nesse caso, o cordão deve ser clampeado no mínimo 60 segundos após o nascimento. O clampeamento tardio do cordão umbilical pode transferir até 25% do volume placentário ao bebê, melhora a hemoglobina nas primeiras 24 horas e a ferritina aos 3 a 6 meses, com atenção à policitemia e à icterícia.

Enquanto está com a mãe, a equipe mantém o bebê em normotermia (36,5 a 37,5 °C), seca cabeça e corpo, coloca touca e garante contato pele a pele com boca e narinas visíveis. O contato pele a pele aumenta a temperatura corporal, reduz em 84% o risco de hipoglicemia e se associa a mais aleitamento materno exclusivo no primeiro mês. A aspiração de vias aéreas não é rotina.

Sem boa vitalidade: estímulo tátil antes de clampear

No recém-nascido que não respira, não chora ou está hipotônico, a diretriz sugere estímulo tátil no dorso, delicado e em movimentos circulares, por cerca de 15 segundos, antes do clampeamento. Nunca chacoalhar o bebê. Em estudo com 2.563 recém-nascidos que não choraram, o estímulo antes do clampeamento aumentou em 84% a chance de respiração espontânea.

A conduta com o cordão segue três caminhos:

  • Começou a respirar: clampear com no mínimo 60 segundos.
  • Não respirou: clampear e levar à mesa de reanimação sob calor radiante, sem atrasar a ventilação.
  • Ordenha de cordão intacto: opção para prover transfusão placentária quando o bebê não respira após o estímulo, com clampeamento antes de 60 segundos. Em ensaio com 1.730 recém-nascidos de 35 a 42 semanas, a ordenha reduziu a necessidade de suporte cardiorrespiratório na sala de parto, a encefalopatia hipóxico-isquêmica moderada a grave e o uso de hipotermia terapêutica. A técnica consiste em comprimir cerca de 20 cm do cordão em direção ao bebê em 2 segundos, repetindo três vezes.

 

Descolamento de placenta, placenta prévia com sangramento e nó verdadeiro de cordão indicam clampeamento imediato. A reanimação com cordão intacto permanece restrita à pesquisa.

Passos iniciais e líquido amniótico meconial

Os passos iniciais incluem manter normotermia (secar, retirar campos úmidos, touca) e vias aéreas pérvias, com pescoço em leve extensão, e devem ser concluídos em até 30 segundos. A aspiração de boca e narinas não é rotina, qualquer que seja o aspecto do líquido, e fica reservada à suspeita de obstrução por secreções. A diretriz alerta para evitar temperatura acima de 38 °C, que pode agravar a lesão cerebral, e lembra que a hipotermia terapêutica não é iniciada na sala de parto.

No líquido amniótico meconial, a equipe deve contar com pelo menos dois profissionais, sendo um médico apto a intubar. Aspiração no desprendimento do polo cefálico, laringoscopia direta imediata e aspiração traqueal de rotina não devem ser feitas, pois não mudam o prognóstico e atrasam a VPP.

Monitorização: frequência cardíaca e SpO2 alvo

A frequência cardíaca é o principal parâmetro de decisão. A primeira avaliação após os passos iniciais é feita por ausculta do precórdio, contando 6 segundos e multiplicando por 10. Havendo indicação de VPP, a FC passa a ser acompanhada pelo monitor cardíaco, já que palpação do cordão e ausculta subestimam a FC em 15 a 25 bpm. FC adequada é a partir de 100 bpm.

O sensor do oxímetro vai sempre no pulso radial direito, para SpO2 pré-ductal. A SpO2 alvo pré-ductal atualizada é:

  • 2 minutos: 65 a 70%
  • 3 minutos: 70 a 75%
  • 4 minutos: 75 a 80%
  • 5 minutos: 80 a 85%
  • 10 minutos: 85 a 95%

 

O boletim de Apgar não indica procedimentos. Se estiver abaixo de 7 no 5º minuto, deve ser repetido a cada cinco minutos até 20 minutos de vida.

Ventilação com pressão positiva: o Minuto de Ouro

A ventilação com pressão positiva no recém-nascido é o procedimento mais importante da reanimação. Com apneia, respiração irregular e/ou FC abaixo de 100 bpm após os passos iniciais, a VPP deve começar nos primeiros 60 segundos de vida. O risco de morte ou morbidade aumenta 16% a cada 30 segundos de atraso.

Os pontos centrais:

  • Oxigênio: no bebê ≥34 semanas, a VPP começa com ar ambiente (21%), nunca com O2 a 100%. Em metanálise com 2.164 recém-nascidos, iniciar com ar ambiente reduziu em 27% a mortalidade hospitalar. Antes de ofertar O2, sempre corrigir a técnica. Quando necessário, ajustar em 20% a cada 30 segundos, com blender obrigatório.
  • Equipamento: balão autoinflável ou ventilador mecânico manual com peça T, com preferência pela peça T por fornecer pressão mais consistente e PEEP. O balão deve estar sempre pronto como reserva.
  • Parâmetros com peça T: fluxo de 10 L/min, pressão máxima de 40 cmH2O, pressão inspiratória em torno de 20 a 30 cmH2O, PEEP de 5 cmH2O e frequência de 30 a 60 por minuto (“ocluuui, solta, solta”).
  • Insuflação sustentada: não recomendada fora de pesquisa.

 

O sinal de VPP efetiva é a subida da FC, em geral nos primeiros 15 a 30 segundos. De cada 10 bebês ventilados com máscara, nove melhoram sem outros procedimentos. Se não houver melhora após 30 segundos, a sequência corretiva é readaptar a máscara, reposicionar a cabeça, aspirar secreções, ventilar com a boca levemente aberta e aumentar a pressão em cerca de 5 cmH2O, até 40 cmH2O.

Máscara laríngea ganha espaço

Um destaque das Diretrizes SBP 2026 é a máscara laríngea neonatal. Em revisão com 1.823 recém-nascidos ≥34 semanas, ela reduziu em 76% a falha da VPP e em 66% a intubação, na comparação com a máscara facial, além de encurtar o tempo até FC de 100 bpm.

A diretriz indica considerar a máscara laríngea em bebês ≥34 semanas e peso estimado a partir de 2000 g quando a VPP com máscara facial não é efetiva apesar das correções, e a coloca como primeira escolha na via aérea difícil, como na sequência de Pierre Robin. Como limitações, ela não foi estudada para aspiração de secreções, medicação traqueal ou uso rotineiro durante massagem cardíaca. A SBP reconhece que há espaço para ampliar o treinamento com o dispositivo no país.

Intubação traqueal e videolaringoscopia

As indicações de ventilação por cânula são VPP com máscara não efetiva, VPP prolongada, necessidade de massagem cardíaca e hérnia diafragmática. O videolaringoscópio aumenta o sucesso da intubação, principalmente entre médicos menos experientes, mas exige considerar custo e treinamento, com o laringoscópio tradicional sempre disponível.

Pontos práticos: cânulas sem balonete, profundidade guiada por idade gestacional e peso, confirmação da posição com detector colorimétrico de CO2 exalado e tentativas de no máximo 30 segundos. Logo após a intubação, a VPP é aplicada com O2 a 60% e titulada pela SpO2.

CPAP em sala de parto: cautela no bebê a termo

Para quem busca CPAP em sala de parto, a mensagem é de prudência. Em coorte de 6.913 recém-nascidos ≥35 semanas, o CPAP se associou a chance 5,5 vezes maior de pneumotórax, maior quanto maior a idade gestacional. No bebê com FC a partir de 100 bpm e respiração espontânea, mas com desconforto, a conduta é conservadora se a SpO2 estiver no alvo. O CPAP só é considerado com SpO2 baixa, via peça T e máscara facial, com 5 a 6 cmH2O. Não é possível fazer CPAP com balão autoinflável.

Massagem cardíaca neonatal

A massagem cardíaca é indicada quando a FC permanece abaixo de 60 bpm após 30 segundos de VPP por cânula traqueal com técnica adequada. Como a massagem reduz a eficácia da ventilação, ela só começa com a via aérea assegurada e a ventilação bem estabelecida. Nesse momento, o O2 deve ser elevado a 100%.

Técnica recomendada:

  • Compressão no terço inferior do esterno, logo abaixo da linha intermamilar, poupando o apêndice xifoide.
  • Técnica dos dois polegares, sobrepostos ou justapostos, com os dedos envolvendo o tórax.
  • Profundidade de 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax, permitindo reexpansão completa.
  • Relação 3:1, com 120 eventos por minuto (90 compressões e 30 ventilações).
  • Quem comprime fica atrás da cabeça do bebê, o que facilita o cateterismo umbilical; trocar a pessoa a cada 2 a 5 minutos pela fadiga.

 

A FC é reavaliada após 60 segundos de massagem coordenada, tempo mínimo para restabelecer a perfusão coronariana. Com FC acima de 60 bpm, interrompe-se a massagem e reduz-se o O2 conforme a SpO2. Sem melhora, revisar cânula, via aérea, oxigênio, técnica de ventilação e de compressão, e pensar em pneumotórax ou tamponamento cardíaco.

Medicações: adrenalina e expansor de volume

Se a sala de parto seguir os passos corretos, apenas 1 a 3 em cada 1.000 recém-nascidos ≥34 semanas precisam de medicação. A adrenalina na reanimação neonatal está indicada quando a FC continua abaixo de 60 bpm apesar de ventilação efetiva por cânula com O2 a 100% e massagem sincronizada por no mínimo 60 segundos.

Via de acesso: o cateterismo venoso umbilical de emergência é o procedimento de eleição, com cateter de 3,5 ou 5,0 F introduzido cerca de 3 a 4 cm após o ânulo, em posição periférica. A via intraóssea é alternativa quando o cateterismo não é possível. A equipe precisa de ao menos três profissionais: um ventila, um comprime e um cateteriza e administra.

Preparo e dose da adrenalina:

  • Diluir sempre 1 mL da ampola de 1 mg/mL em 9 mL de soro fisiológico, por qualquer via.
  • Via intravascular: 0,01 a 0,03 mg/kg; na prática, 0,02 mg/kg, que corresponde a 0,2 mL/kg da solução diluída, em infusão rápida seguida de flush de 3 mL de SF.
  • Via traqueal: dose única de 0,05 a 0,10 mg/kg (na prática, 1 mL/kg da solução diluída) enquanto o cateterismo é feito, com eficácia questionável e sem atrasar o acesso vascular.
  • Repetir por via intravascular a cada 3 a 5 minutos se não houver resposta.
  • Doses acima de 0,1 mg/kg não devem ser usadas por nenhuma via.
  • A solução diluída deve ser rotulada, protegida da luz e descartada se ficar rosada ou marrom.

 

Expansor de volume: considerar quando não há resposta às demais medidas e/ou há perda sanguínea ou sinais de choque, como palidez, má perfusão e pulsos débeis. Usar soro fisiológico 10 mL/kg lentamente, em 5 a 10 minutos, podendo repetir. Concentrado de hemácias O negativo fica indicado na suspeita de anemia fetal grave. É preciso cautela sem história de perda aguda, pois volume em miocárdio lesado pela asfixia pode piorar o quadro.

O que não usar: bicarbonato de sódio e naloxona não são recomendados na sala de parto, e não há indicação de atropina, albumina ou vasopressores na reanimação ao nascer.

Aspectos éticos: quando não iniciar e quando interromper

No bebê ≥34 semanas, a decisão de não reanimar só se coloca diante de anomalias congênitas letais ou potencialmente letais, idealmente com diagnóstico antenatal e decisão compartilhada com a família antes do parto. Havendo dúvida ou sem oportunidade de conversar, todos os procedimentos devem ser realizados.

Sobre interrupção, nenhuma duração específica de reanimação prediz de forma consistente óbito ou sequela grave. Metanálise com 820 recém-nascidos mostrou que dois em cada cinco bebês com Apgar 0 no 10º minuto sobrevivem, e um em cada cinco sobrevive sem sequelas neurológicas moderadas ou graves. Por isso, a diretriz sugere que, se a reanimação avançada seguir necessária apesar de todos os procedimentos, a discussão sobre interrupção entre equipe e família ocorra em torno de 20 minutos após o nascimento, de forma individualizada e registrada em prontuário. A presença da família durante as manobras é considerada razoável quando há condições institucionais e desejo dos pais.

Transporte para a unidade neonatal

O transporte só acontece após estabilização cardiorrespiratória, e é contraindicado transportar bebê com FC abaixo de 100 bpm. Recém-nascidos que receberam VPP prolongada ou reanimação avançada devem ser monitorados em área de cuidados intensivos.

Cuidados práticos para o transporte neonatal:

  • Incubadora de dupla parede, ligada à rede até a saída, ajustada em geral em 34 a 35 °C para bebês ≥34 semanas.
  • Coxim sob as espáduas, decúbito dorsal e cânula traqueal bem fixada, quando mantida.
  • Oximetria em todos os transportes e balão autoinflável sempre à mão.
  • Se houver CPAP, sonda orogástrica aberta e atenção redobrada ao risco de pneumotórax.
  • Cateter umbilical preferencialmente retirado ainda na sala de parto.
  • Registro da temperatura axilar na admissão e passagem completa do caso à equipe da unidade.

 

Debriefing e indicadores de qualidade

O debriefing após a reanimação melhora o desempenho da equipe, a adesão às diretrizes e os desfechos. Ele pode ser “quente”, logo após o evento, ou “frio”, dias depois, idealmente conduzido por um facilitador e com espaço para aspectos técnicos, comunicação e respostas emocionais.

A diretriz também propõe indicadores para acompanhar a qualidade da assistência, como proporção de partos com briefing, clampeamento com no mínimo 60 segundos em bebês com boa vitalidade, VPP iniciada no Minuto de Ouro, VPP com oxigênio máximo de 21%, sucesso na primeira tentativa de intubação, normotermia na admissão e síndrome de escape de ar. Cada serviço escolhe seus indicadores pela estratégia SMART, e o documento traz uma planilha modelo para acompanhamento.

O contexto justifica o esforço: a mortalidade neonatal no Brasil caiu de 18,91 por mil nascidos vivos em 2000 para 8,84 em 2020, mas o ritmo desacelerou na última década, e a meta proposta é ficar abaixo de 5 por mil. Para chegar lá, reduzir as mortes por asfixia em bebês ≥34 semanas é prioridade.

Resumo prático para a maternidade

  1. Briefing antes de todo parto, com líder definido.
  2. Boa vitalidade: pele a pele e clampeamento com no mínimo 60 segundos.
  3. Sem boa vitalidade: estímulo tátil no dorso por cerca de 15 segundos antes de clampear.
  4. Passos iniciais em até 30 segundos, sem aspiração de rotina.
  5. VPP no Minuto de Ouro, com ar ambiente e preferência pela peça T.
  6. FC pelo monitor cardíaco e SpO2 pré-ductal no pulso direito.
  7. Máscara laríngea quando a máscara facial falha, em bebês a partir de 2000 g.
  8. CPAP com cautela em bebês a termo pelo risco de pneumotórax.
  9. Massagem 3:1 com O2 a 100% se FC abaixo de 60 bpm após VPP por cânula.
  10. Adrenalina diluída, 0,02 mg/kg por veia umbilical, repetida a cada 3 a 5 minutos.
  11. Nada de bicarbonato ou naloxona na sala de parto.
  12. Debriefing após cada reanimação e indicadores acompanhados pela equipe.

 

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Fonte: Almeida MFB, Guinsburg R; Coordenadores Estaduais do PRN-SBP; Grupo Executivo do PRN-SBP; Departamento de Neonatologia da SBP. Reanimação do

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